
Atividade antioxidante in vitro de Lippia origanoides H.B.K
Author(s) -
Francisco das Chagas Araújo Sousa,
Irislene Gomes dos Santos,
Maria Wagneia de Sousa,
Edna Gomes da Silva,
Brenda Nayranne Gomes dos Santos,
Maria das Graças Freire de Medeiros,
Maria dos Remédios Mendes de Brito,
Wenderson Costa da Silva,
Hálmisson D’Árley Santos Siqueira,
Francisléia Falcão França Santos Siqueira
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i8.16716
Subject(s) - chemistry , lippia , antioxidant , dpph , traditional medicine , essential oil , biochemistry , food science , medicine
O estresse oxidativo constitui-se em uma ameaça constante para o organismo. Em virtude disto, uma série de defesas antioxidantes, além de sistemas de reparo em células evoluíram com o objetivo de proteção contra a destruição e danos ocasionados pelos radicais livres. As plantas produzem uma enorme variedade de antioxidantes que tendem a agir contra o dano celular por meio da remoção de espécies reativas de oxigênio e espécies reativas de nitrogênio. A Lippia origanoides Humboldt, Bonpland e Kunth, família Verbenaceae, é um arbusto aromático conhecido como “Alecrim-do-campo”, sendo responsável por variadas atividades farmacológicas e biológicas, inclusive a proteção antioxidante. Este trabalho teve como objetivo analisar a composição química do óleo essencial de L.origanoides HBK (OELO) e avaliar sua atividade antioxidante in vitro. Para tanto foi avaliado o potencial antioxidante in vitro pelos métodos potencial redutor, 2,2difenil-1-picrilhidrazila (DPPH), inibição da peroxidação lipídica (TBARS), radical hidroxila e oxido nítrico, nas concentrações de 100, 300 e 900 µM. Todas as concentrações apresentaram atividade antioxidante. O potencial redutor, as reduções da produção de TBARS e inibição do radical DPPH• mostraram-se superiores ao controle positivo, o ácido ascórbico, evidenciando uma alta presença de substâncias antioxidantes. Estes resultados sugerem que esta espécie é promissora para a produção de fitoterápico onde a atividade antioxidante seja de ação desejada.