
O conhecimento dos Agentes Comunitários de Saúde sobre o calendário vacinal infantil
Author(s) -
Andréa Oliveira Almeida,
Angélica Menezes Bessa Oliveira,
Ana Caroline Guedes Souza Martins,
Nádia Pinheiro da Costa,
Thamyres da Silva Martins,
Nivea Moreira Leite Pereira,
Bruno Rafael Ribeiro de Almeida,
Marcelle de Sousa,
Rosângela Lima da Silva,
Renata Coelho Rodrigues Noronha,
Flávia dos Santos Tavares,
Luan Felipe da Silva Frade,
Gal Caroline Alho Lobão,
Sarah Jacqueline Costa do Lago,
Emanuela Chaves da Silva,
Priscila Pinheiro de Miranda,
Camila Cristina Girard Santos,
Taynnara de Oliveira do Espírito Santo Cunha,
Ana do Socorro Maia de Moraes,
Márcia Bitar Portella
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i7.16591
Subject(s) - medicine , gynecology , humanities , philosophy
Este estudo objetiva identificar o conhecimento dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) sobre o calendário vacinal infantil de crianças até cinco anos. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, descritiva, do tipo antes e depois, com amostra de 25 ACS de duas Unidades Básicas de Saúde de Ananindeua-Pará. A média de idade dos ACS é de 40 anos; sexo feminino (64%); 76% verifica o cartão de vacina da criança e dá orientações às mães; 96% afirmou que verificar o cartão de vacina da criança faz parte do seu trabalho; 100% realiza visitas domiciliares periódicas às crianças de sua área, 88% têm crianças com vacinas atrasadas na sua área. Quanto aos ACS se sentirem seguros para orientar as mães sobre vacinas, observou-se aumento do índice do pré para pós capacitação (26,1%-73,9%). Ao serem questionados se receberam treinamento no pré e pós capacitação, o índice subiu de 78,3% para 100%. Quanto ao nível de conhecimento sobre vacinas em crianças até 5 anos, houve aumento no pré e pós capacitação nos conceitos “ótimo” (0%-8,7%), “bom” (21,7%- 43,5%), “regular” (39,1%-43,5%) e diminuição do conceito “insuficiente” (39,1%-4,3%). Houve aumento da taxa média de acertos dos ACS no pré e pós capacitação (61,9%-81,1%) com diferença entre as taxas de acertos nas fases pré e pós de 19,18%. Conclui-se que há a necessidade de investimento em qualificação profissional dos ACS por meio da educação permanente, a fim de ampliar os conhecimentos sobre calendário vacinal.