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Coberturas vegetais na entressafra de culturas afetando o banco de sementes de plantas daninhas
Author(s) -
Pedro Henrique Gomes Pinto,
Camila Martins da Silva Rodrigues,
Sebastião Ferreira de Lima,
Rita de Cássia Félix Alvarez,
Izabela Cristina de Oliveira,
Augusto Henrique Pires Gaiotto,
Muriel Martins Manholer,
Jhenifer da Rosa Tognin,
Amanda da Costa Espírito Santo
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i6.16057
Subject(s) - biology , weed , crotalaria juncea , agronomy , horticulture , raphanus , green manure
O presente trabalho baseia-se na hipótese de que o cultivo de diferentes coberturas vegetais poderia suprimir o banco de sementes de plantas daninhas, além de melhorar as condições do solo e incrementar a produtividade. O objetivo deste trabalho foi avaliar o banco de sementes de plantas daninhas com diferentes coberturas vegetais. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados com nove tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos pelas coberturas vegetais: crotalária (Crotalaria juncea), milheto (Pennisetum americanum), nabo forrageiro (Raphanus sativus), sorgo (Sorghum bicolor), Urochloa brizantha, U. piatã, U. ruziziensis, mistura de sementes (nabo forrageiro + milheto) e o pousio. Foi avaliado o fluxo germinativo das plantas daninhas a partir de amostras de solo, retiradas das áreas onde semeou-se os tratamentos e levando-as para a casa de vegetação, onde foi realizada a quantificação e identificação das sementes de plantas daninhas germinadas. As famílias Asteraceae, Convolvulaceae e Fabaceae se destacaram com ocorrência em maior número de coberturas vegetais. O uso de coberturas vegetais propicia a redução do fluxo de emergência de plantas daninhas a partir do banco de sementes. As coberturas nabo, nabo+milheto e U. piatã foram as que mais reduziram o fluxo de germinação de plantas daninhas, enquanto o pousio, crotalária e Urochloa ruziziensis tiveram menor capacidade de reduzir esse fluxo.

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