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Contribuições da assistência de enfermagem à gestante com ansiedade: prevalência e fatores associados
Author(s) -
Airton César Leite,
Mariana Pereira Barbosa Silva,
Rayssa Stéfani Sousa Alves,
Marciele de Lima Silva,
Juliana Torres Avelino,
Thatielly Rodrigues de Morais Fé,
Laide dos Santos Brasil Silva,
Laryce Steffane de Carvalho Borges,
João Vitor Martins Amorim,
Jarles Ribeiro Lima,
Raimunda da Silva Sousa Neta,
Sarah Vitória Floriano de Sousa,
Erica Williams de Moreira Lima,
Shandallyane Ludce Pinheiro de Farias,
Nádia Domingas da Silva Santos,
Sijomara Maria Costa Freitas,
Aryanna Quadros Maniçoba,
Lara Gabrielle Lopes Fonseca,
Nathally Costa Oliveira,
Ana Emília Araújo de Oliveira,
Joelma Maria dos Santos da Silva Apolinário,
Simone Barroso de Carvalho,
Elvira Marques da Luz Dias,
José Ronildo da Costa
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i5.15273
Subject(s) - humanities , psychology , philosophy
Analisar as evidências científicas publicadas acerca das contribuições da assistência de enfermagem à gestante com ansiedade: prevalência e fatores associados. O presente estudo trata de uma revisão bibliográfica do método revisão integrativa da literatura, realizado nos meses entre janeiro a abril de 2021. A busca efetuou-se, através da Plataforma - BVS, utilizando as bases de dados LILACS, BDENF, Google Acadêmico e por meio da Biblioteca Eletrônica da Saúde - SCIELO. Aderindo-se através dos descritores/palavras chaves: “Cuidados de enfermagem”, “Ansiedade”, “Gestação”, combinados com o operador booleano “AND”. A gestação envolve mudanças nos aspectos hormonais, físicos, psicológicos, familiares e sociais, na possibilidade de adequações e reestruturações na vida das mulheres. Essas mudanças têm desencadeado, muitas vezes, um processo de vulnerabilidade às mulheres grávidas podendo agravar à saúde mental e desenvolver transtornos mentais. A prevalência da ansiedade, aflige cerca de 20% das mulheres. Dessa forma, os riscos obstétricos que envolvem o desenvolvimento de uma gestação colocam a mulher em estado susceptível à ansiedade, deixando-a dual: frágil, por medo das alterações gravídicas, e ao mesmo tempo feliz pelo processo de concepção e formação de uma nova vida. Evidenciou-se no estudo, que é necessário que os enfermeiros realizem um acolhimento integral durante o pré-natal, investigando questões clínicas e também psicossociais para que assim possam contribuir, de maneira significativa, na melhora nos níveis de ansiedade e depressão desta gestante, proporcionando um acompanhamento pré-natal de qualidade.

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