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Aborto em idade fértil: estudo retrospectivo em Alagoas no período de 2006 a 2016
Author(s) -
Joabson dos Santos Lima,
Jovânia Marques de Oliveira e Silva,
Sueli Teresinha Cruz Rodrigues,
Silvana Siboney Gomes da Silveira Santos,
Stephanie Carvalho Borges,
Laudemi José de Oliveira,
Renata Fernandes do Nascimento,
Bárbara Maria Gomes da Anunciação,
Cícero Cordeiro da Silva,
Tâmara Silva de Lucena
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i5.14892
Subject(s) - humanities , demography , medicine , geography , philosophy , sociology
Este trabalho teve como objetivo delinear o perfil epidemiológico dos abortamentos no Estado de Alagoas - Brasil no recorte temporal (2006-2016). O abortamento causa a interrupção de 10% a 31% das gestações, merecendo um destaque dentro da epidemiologia, apresentando-se como uma das maiores causas da morte materna no mundo, sobretudo nos países em desenvolvimento. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, retrospectiva, de caráter exploratório, em que os dados foram coletados no Datasus/Tabnet/Ministério da Saúde. Mesmo não sendo utilizada a submissão no Comitê de Ética, por se tratar de pesquisa em bases de dados os preceitos éticos foram respeitados, baseados na Resolução 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde. As variáveis do estudo foram: idade da mãe, estado civil, grau de escolaridade e cor/raça. Os resultados mostraram: Quando analisada faixa etária o maior número foi de 131 abortamentos na idade entre 15 a 19 anos; relativo ao estado civil o número expressivo foi de 245, em mulheres solteiras; Segundo o grau de escolaridade, foram registrados 165 abortamentos em mulheres com 4 a 7 anos de estudo. Em relação a variável cor/raça, o estudo mostrou que o maior número de abortamentos ocorreu em 371 mulheres pardas. Dessa forma os dados demonstram que existe muita subnotificação dos casos e que a enfermagem deve a cada dia atuar, além dos procedimentos técnicos basear-se nos princípios éticos e humanitários, buscando dessa forma um tratamento correto, cuidando assim dessas mulheres com perspectiva na integralidade, pois muitas não buscam o cuidado adequado devido ao medo e insegurança.

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