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Países que integram o BRICS e suas medidas de biossegurança nas clínicas odontológicas durante a pandemia da COVID-19
Author(s) -
Cláudia Batista Mélo,
Eduarda Gomes Onofre de Araújo,
Gabrieli Duarte Farias,
Leandro Nobre Fialho de Carvalho Rocha,
Carmem Sílvia Laureano Dalle Piagge
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i5.14703
Subject(s) - covid-19 , humanities , political science , china , art , medicine , law , disease , pathology , infectious disease (medical specialty)
A pandemia causada pelo novo coronavírus fez surgir a necessidade da adoção de diretrizes de biossegurança para o atendimento odontológico, estabelecendo medidas preventivas para conter a propagação do vírus. O presente estudo tem por objetivo identificar, diferenciar e comparar os protocolos de biossegurança e atendimento odontológico após COVID-19 entre os países integrantes do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), guiando a prática odontológica com segurança e eficácia. Trata-se de um estudo documental, descritivo, qualitativo e quantitativo, no qual foram selecionados decretos e manuais disponibilizados nos sites das entidades reguladoras, acerca dos protocolos de biossegurança aplicados à Odontologia durante a pandemia. Dentre os resultados deste trabalho, foi identificado que todos os países integrantes do BRICS colocaram como obrigatoriedade para as clínicas odontológicas seguir um protocolo de atendimento, tendo como base as entidades reguladoras do próprio país; o Brasil foi o país com maior número de publicações oficiais sobre os cuidados durante o atendimento odontológico, seguido da Rússia e Índia; a China foi o país que apresentou menor número de adequações, tendo em vista que já possuía protocolos bem consolidados em decorrência de outras infecções que assolam o país. Conclui-se que os países que integram o BRICS, através de suas entidades reguladoras, disponibilizaram um protocolo para atendimento após COVID-19, com destaque para o uso do Face Shield, das máscaras N95 e PFF2, bem como, dos jalecos e aventais impermeáveis, principalmente, em procedimentos que geram aerossóis.

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