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Pesquisa do vírus T-linfotrópico humano (HTLV) em amostras de secreção cérvico-vaginal de mulheres, em Belém, Pará, Brasil
Author(s) -
Cássia Cristine Costa Pereira,
Debora Glenda Lima de La Roque,
Rosilma dos Santos Albuquerque,
Ingrid Christiane Silva,
Louise de Souza Canto Covre,
Akim Felipe Santos Nobre,
Maria de Nazaré Lima dos Reis,
Izabela Mendonça de Assis,
Josiellem Damasceno de Souza,
Suellen Souza de Moraes,
Paula Fernanda Sant’Anna Lima Santos,
Lidia Bolivar Luz da Silva,
Danilo de Souza Almeida,
Maísa Silva de Sousa
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i4.13867
Subject(s) - medicine , papanicolaou stain , context (archaeology) , gynecology , provirus , virus , cervical cancer , obstetrics , virology , biology , cancer , paleontology , biochemistry , genome , gene
O Pará está entre os estados brasileiros com as mais elevadas taxas de prevalências da infecção pelo vírus T-linfotrópico humano (HTLV) nas populações onde este vírus já foi investigado. A infecção por HTLV geralmente apresenta prevalência mais elevada em mulheres com mais de 40 anos e com relacionamento estável. Além disso, as mulheres são mais susceptíveis à aquisição do vírus por via sexual do que os homens. Neste contexto, este estudo teve como objetivo detectar o genoma do provírus de HTLV em secreção cérvico-vaginal, com posterior confirmação em amostras de sangue, visando assim, propor uma nova metodologia de rastreamento desta infecção. Foram investigadas 400 mulheres de novembro de 2015 a dezembro de 2019, em Belém, Pará, Brasil. A coleta de secreção cérvico-vaginal se deu durante a realização do exame de Papanicolaou, e a de sangue periférico, durante contato posterior. O DNA das amostras foi extraído e realizada a análise molecular por Nested-PCR, seguida de digestão enzimática por Taq I, para pesquisa da infecção pelos tipos HTLV-1 e HTLV-2. Cinco (1,25%) das 400 mulheres tiveram resultado positivo para HTLV em secreção, sendo três para HTLV-1 e duas para HTLV-2. Por dificuldade de contato, só foi possível a confirmação da infecção no sangue em uma destas cinco mulheres. Nossos achados sugerem ser possível utilizar amostras de secreção cérvico-vaginal como mais uma forma de rastreamento da infecção por HTLV em mulheres.

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