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Caracterização epidemiológica da sífilis congênita em Teresina-Piauí no período de 2013 a 2017
Author(s) -
Juliana de Morais Araújo,
Aline Correia Matos e Silva,
Rosane da Silva Santana,
Francisco Alex do Nascimento da Silva,
Eliete Carneiro dos Santos,
Ana Cristina Ferreira Pereira,
Adriana de Sousa Brandim,
Érica Jorgiana dos Santos de Morais,
Angélica Linhares Silva Lima,
Maria Oneide dos Santos,
Fabíola Pires Lima de Carvalho,
Juliene Pereira de Sousa,
Patrícia Cristiane Feitosa Rodrigues
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i3.13068
Subject(s) - medicine , demography , gynecology , sociology
A sífilis congênita é uma infecção de múltiplos sistemas causada pelo Treponema pallidum, transmitida ao feto pela placenta, em qualquer período gestacional ou durante o parto. No Brasil, anualmente, observa-se o aumento do número de notificações associadas aos casos de sífilis durante a gestação, 80% com contaminação fetal. Objetivou-se analisar as características epidemiológicas da Sífilis Congênita em Teresina-PI nos anos de 2013 a 2017. Pesquisa descritiva com dados secundários coletados no DATASUS, por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Foram incluídas no estudo as variáveis dos RNs/Crianças, da mãe e do parceiro e excluídas somente as variáveis maternas que estavam em análise e não disponibilizadas pelo Sistema. Para a organização dos dados, foi utilizado Tabwin32, tabulador de dados desenvolvido pelo DATASUS/MS. Utilizou-se a estatística descritiva com frequências absolutas, relativas para apresentação dos resultados.  Foram encontrados 1.180 casos de SC, sendo que no ano de 2013 apresentou 110 (9,32%) casos e 2015, 336 (25,82%). Quanto às características do RNs/crianças, 591 (50,08%) eram do sexo masculino, 1.133 (96,01%) tinham faixa etária de 0 a seis dias, 755 (63,98%) raça parda, 1.003 (85%) residentes na zona urbana, e 1.052 (89,15%) com diagnóstico de SC recente. Verificou-se que 435 (36,86%) mães tinham baixa escolaridade, 986 (83,55%) realizaram o pré-natal e 800 (67,79%) parceiros não realizaram o tratamento. Os números de casos elevados demonstram fragilidade na assistência durante o pré-natal com baixa efetividade das ações de promoção e prevenção, bem como tratamento e fatores determinantes no controle da sífilis congênita.

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