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Educação sexual para prevenção da gravidez na adolescência no contexto da saúde escolar: análise integrativa
Author(s) -
Ana Bianca dos Santos Silva,
Cíntia Martins dos Santos,
Fabíola Pereira Dias,
Ana Catarina de Moraes Souza,
Leidiany Souza Silva,
Mírian Dias Moreira e Silva,
Elias Ferreira Pôrto,
Cristina Zukowsky-Tavares
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i3.12967
Subject(s) - psychology , medicine , gynecology , humanities , philosophy
Apesar de diversas iniciativas, gravidez na adolescência, doenças sexualmente transmissíveis e aborto ainda são comuns entre adolescentes em idade escolar, com relato de substanciais lacunas no conhecimento sobre saúde reprodutiva e sexual entre adolescentes escolares, sendo assim essencial revisar os recursos de ensino e aprendizagem disponíveis. Logo, o objetivo deste estudo foi identificar contribuições em educação sexual para prevenção da gravidez na adolescência no contexto da saúde escolar disponíveis na literatura científica. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. A busca das produções científicas foi realizada nas bases PubMed® e Educational Resources Information Center. Foram selecionados artigos publicados entre janeiro de 2016 e dezembro de 2020, com texto completo, resumo disponível e em português ou inglês. A busca foi mediada pelas palavras-chave em inglês: “Sex Education” AND “School Health” AND “Teenage Pregnancy”. Foram prevalentes ensaios clínicos randomizados e estudos de avaliação de programas de intervenção aplicados ou baseados na escola, que, em geral, apresentaram resultados positivos significantes em relação aos mecanismos de comparação (controle ou pré-intervenção), para os diferentes desfechos relacionados à prevenção da gravidez na adolescência, com exceção do programa baseado em simulador de bebês, em que não houve redução significante em relação aos controles para o desfecho gravidez antes dos vinte anos. Concluí-se que prevalentemente os programas de educação em saúde sexual no contexto escolar tem se alinhado a medidas de atraso da iniciação sexual e ou proteção sexual. Esses programas têm se tornado uma ferramenta eficaz para a promoção da saúde, pois por meio das ações educativas os escolares têm oportunidade de estar exposto a repertorio que favorece a atenuação de fatores de risco a saúde e melhorar sua qualidade de vida.

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