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Microbiota intestinal nos primeiros mil dias de vida e sua relação com a disbiose
Author(s) -
Juliane Monteiro de Almeida,
Roberta Ghetti de Melo Nader,
Aline Cristina Teixeira Mallet
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i2.12687
Subject(s) - philosophy , medicine
A medicina moderna considera o intestino como o segundo cérebro, de modo que este é de suma importância tanto para o sistema digestório quanto para o imunológico. Sendo assim, um desequilíbrio intestino pode provocar diversas disfunções, dentre estas, destaca-se a disbiose intestinal. Nesse contexto, a nutrição desempenha um papel relevante no que diz respeito à homeostase intestinal. Portanto, foi realizada uma revisão bibliográfica sobre o tema. Através de pesquisas, foi possível perceber que alguns fatores podem ser atribuídos à alteração da microbiota, como o tipo de parto, tipo de aleitamento, introdução alimentar adequada no momento preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em torno de seis meses. Diante disso, pode-se afirmar que o déficit na colonização e o perfil da microbiota intestinal (MI) adquirido na infância é difícil de ser revertido após os dois anos, sendo capaz de impactar o desenvolvimento neuro cognitivo, crescimento e o aparecimento de doenças.

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