Freio labial superior: Quando e como intervir?
Author(s) -
Fernanda Simão Delmondes,
Gabriela Mancia de Gutierrez,
José Carlos Pettorossi Imparato,
Daniela Prócida Raggio
Publication year - 2021
Publication title -
research society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i2.12608
Subject(s) - humanities , physics , art
O freio labial superior é uma estrutura anatômica triangular que sofre alterações de forma, função e posição durante o desenvolvimento da criança. Um deslocamento para a porção mais apical cerca de 3 a 4 mm acima da gengiva marginal é esperado. Quando este não ocorre, ficando o freio inserido na papila incisiva, caracteriza-se uma anomalia de desenvolvimento chamada freio teto labial persistente. O momento e o tipo de intervenção nestas situações geram muita controvérsia; a avaliação de fatores como inserção baixa no rebordo alveolar, presença ou não de isquemia da papila palatina quando o freio é tracionado, presença de diastema interincisivos, dificuldade de higienização e/ou alimentação e retração gengival auxiliam na decisão de tratamento. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi apresentar 8 casos clínicos sobre abordagens de freio labial superior, discutindo diferentes momentos. Crianças de distintas idades foram avaliadas e submetidas às seguintes condutas: frenectomia, reposicionamento pela técnica de Chelotti ou acompanhamento clínico para posterior reavaliação. Concluiu-se que, apesar de existir uma indicação frequente de intervenção apenas após a erupção dos caninos superiores permanentes, existem outras situações em que uma abordagem precoce pode trazer mais benefícios ao paciente.
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