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Dengue no Distrito Federal, e os desafios em meio à pandemia
Author(s) -
Renato Kennedy Souza Araújo,
Valéria Cristina de Araújo Frota,
Larissa Lorrane Silva de Oliveira,
Vitoria Aparecida de Souza e Silva,
Luiza Gabrielle Silva da Costa,
Geisiele Elienay Praga Mota,
Gabriela Sousa,
Amanda Dourado de Lucena,
Adriano Rios da Silva,
Krain Santos de Melo,
Nara Rúbia Souza
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i17.24588
Subject(s) - dengue fever , humanities , political science , virology , medicine , philosophy
Situado na Região Centro-Oeste, o Distrito Federal é a menor unidade federativa brasileira e a única que não tem municípios, sendo dividida em 33 regiões administrativas, totalizando uma área de 5 779,999 km². A disseminação do vetor é ampla entre latitudes 35ºN e 35ªS, consideradas zonas intertropicais, se tratando do Aedes aegypty. O presente trabalho tem como objetivo revisar fatores determinantes à reprodução, transmissão e prevalência, assim como medidas de prevenção e sua eficiência junto com as políticas públicas e participação da população no auxílio no mapeamento preciso com relação a espaços-temporais nas regiões administrativas do Distrito Federal, riscos potenciais a população, situação do quadro sorotipos dos vírus, antes e durante a pandemia. A pesquisa foi realizada no Distrito Federal com dados referentes ao período de 2015 a 2020. Os dados foram obtidos pela Secretaria de Vigilância à Saúde, Secretaria de Saúde do Distrito Federal, boletins epidemiológicos e artigos atuais sobre Dengue e Dengue relacionada a Covid-19 nas plataformas de pesquisa científica. A colaboração da sociedade, profissionais da saúde e representantes governamentais são a força no enfrentamento à Covid-19, causado pelo vírus Sars-cov 2, assim como à Dengue com seus sorotipos. Assim, é necessário demandar a devida importância às duas patologias de forma responsável e comprometida, priorizando a saúde pública de modo a evitar um descontrole problemático tanto pelo Covid-19 e as arboviroses, visto a complexidade de ambas, e suas dependências de processos de organização urbana, social e governamental em seu controle.

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