
Qualidade de vida e estado nutricional de idosos institucionalizados e não institucionalizados
Author(s) -
Tainá Facchini,
Fernanda Scherer Adami,
Nathascha dos Santos Trindade,
Jéssica Carina Führ,
Janine Maria Lavall,
Fabiani Cristina Lassen Delazzeri,
Simara Rufatto Conde,
Juliana Paula Bruch Bertani,
Patrícia Fassina
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i17.24567
Subject(s) - medicine , gerontology , quality of life (healthcare) , nursing
Objetivo: Associar os domínios de qualidade de vida com o estado nutricional e idade de idosos não institucionalizados e residentes em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs). Metodologia: Trata-se de um estudo retrospectivo, transversal, de natureza quantitativa, com 105 idosos não institucionalizados atendidos em uma Estratégia de Saúde da Família (ESF), município de Lajeado-RS, e 245 idosos institucionalizados residentes em ILPIs públicas e privadas, no Rio Grande do Sul. Utilizou-se o Questionário de Avaliação de Qualidade de Vida The World Health Organization Quality of Life – WHOQOL-bref composto de 26 questões, de escala hedônica de 1 a 5. Realizou-se aferição do peso e estatura, para determinar o índice de massa corporal (IMC) e classificar o estado nutricional conforme Organização Pan-Americana da Saúde (2002). Consideraram-se significativos os resultados a um nível de significância máxima de 5%. Resultados: O maior escore de qualidade de vida dos idosos observou-se no domínio psíquico 45±27,53, seguido do ambiental 41,46±18,23, social 40,82±30,68 e físico 39,28±20,10, sendo que os domínios de qualidade de vida foram significativamente superiores entre os idosos com 60 a 69 anos (p≤0,01), com estado nutricional classificados como obesidade (p≤0,01) e os não institucionalizados quando comparados com os institucionalizados. Conclusão: A percepção dos domínios de qualidade de vida dos idosos estudados foi maior no domínio psíquico e menor no físico. Os idosos mais jovens, com obesidade e não institucionalizados demonstraram uma melhor percepção da qualidade de vida em todos os domínios.