
Fatores de risco para desenvolver pneumonia associada à ventilação mecânica em pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva
Author(s) -
Airton César Leite,
Mariana Pereira Barbosa Silva,
Geovana Maria Rodrigues de Sousa,
Marciele de Lima Silva,
Samuel Lopes dos Santos,
Maria Vitalina Alves de Sousa,
Laiana Dias Prudêncio,
Diego Bruno Brito Cerqueira,
Winícius de Carvalho Alves,
Maciélia Carvalho de Freitas,
Cilmara Gomes Martins da Silva,
Antônio Filho Alves Rodrigues,
William Gomes Silva,
Jailson Pereira de Sousa,
Weberton Dorásio Sobrinho,
Yasmim Vieira dos Santos,
Joelma Maria dos Santos da Silva Apolinário,
Yorran Ferreira Brito,
Beatriz Cristina Carvalho Macêdo,
Aryanna Quadros Maniçoba,
Mikaella Carvalho de Sousa,
Tamara Saraiva de Assis,
Janaiara de Sousa Almeida,
C. Campelo,
Luiz Carlos Pereira de Sousa
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i17.23343
Subject(s) - medicine , gynecology
Analisar as evidências científicas publicadas sobre os fatores de risco para desenvolver pneumonia associada à ventilação mecânica em pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva. O presente estudo trata de uma revisão bibliográfica do método revisão integrativa da literatura, realizado nos meses entre maio a outubro de 2021. A busca efetuou-se, através da - BVS, utilizando as bases de dados LILACS, BDENF, por meio da SCIELO. Aderindo-se através dos descritores/palavras chaves: “Pneumonia”, “Ventilação Mecânica”, “Unidade de Terapia Intensiva”, combinados com o operador booleano “AND”. Os fatores de risco da PAVM são idade avançada acima de setenta anos; coma; nível de consciência; intubação e reintubação traqueal; condições imunitárias; uso de drogas imunodepressoras; choque; gravidade da doença; antecedência de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC); tempo prolongado de ventilação mecânica maior que sete dias; aspirado do condensado contaminado dos circuitos do ventilador; desnutrição; contaminação exógena; antibioticoterapia como profilaxia; colonização microbiana; cirurgias prolongadas; aspiração de secreções contaminadas; colonização gástrica e aspiração desta, o pH gástrico (maior que 4). As ações de enfermagem para o controle da PAV são de extrema importância dentro do contexto terapêutico e de cuidado no hospital. A educação continuada e a adoção de medidas baseadas em evidências científicas, bem como protocolos em saúde, correspondem aos melhoramentos dos aspectos em questão. Nota-se a importância do (NSP) e CCIH que exibem indicadores, fiscalização dos setores, elaboração de protocolos, bundles de prevenção que são práticas que comprovadamente que evitam a PAV, atividades de educação permanente e continuada vinculada à promoção de saúde.