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Fatores de risco associados ao transtorno depressivo maior em uma comunidade universitária
Author(s) -
Thayná Moraes Ferreira,
Claudia Ximena Bobadilla Chavez,
José Ramon Gama Almeida,
Rayan Fidel Martins Monteiro,
Paulo Eduardo Santos Ávila,
Gilmara de Nazareth Tavares Bastos
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i16.23751
Subject(s) - medicine , psychiatry , demography , sociology
Objetivo: Foi realizada uma análise descritiva do perfil sociodemográfico dos pacientes diagnosticados com transtorno depressivo maior; além de estabelecer uma correlação sobre fatores pessoais, parâmetros de sensibilidade somática, características fisiológicas e uso de tratamento farmacológico do grupo com TDM e indivíduos saudáveis. Métodos: Foi analisado o banco de dados no período de março a maio de 2019, referente as fichas de avaliação aplicadas aos funcionários e discentes da Universidade Federal do Pará, posteriormente foi feita a avaliação estatística por meio do programa Microsoft Office Excel® 2013 e do Bioestat – versão 5.3. Resultados: No perfil sociodemográfico dos 50 participantes avaliados, 29 (58%) pertenciam ao sexo feminino, com uma forte associação entre o sexo (p= 0.0219) com esse transtorno mental. O funcionamento intestinal alterado apresentou um aumento de 100% entre o GTDM e o GC. Dentre as variáveis referentes as sensações somáticas, a presença do prurido foi a variável com importante diferença entre os grupos, sendo o GC 23 (92%) sem alteração de sensibilidade a coceira, em comparação ao GTDM 11 (44%) pacientes relataram a presença do prurido. Houve associação estatisticamente forte entre a queda de cabelo e a qualidade do sono no grupo com transtorno depressivo. Conclusão: Conclui-se que os pacientes com TDM apresentam fatores de risco próprios do indivíduo e sintomas somáticos que influenciam no curso de resolução da doença. Sugere-se a realização de mais estudos para relacionar características sociodemográficas, presença de sintomas somáticos e interação medicamentosa para identificar possíveis fatores associados ao quadro de depressão maior na população universitária.

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