
Prótese sobre implante dentário parafusada ou cimentada?
Author(s) -
Graziele Parize,
Taísa Iara Pestana,
Ronald Farhat Cardoso,
Yeon Jung Kim,
Débora Pallos
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i15.23112
Subject(s) - humanities , philosophy
Os implantes tornaram-se uma alternativa viável no âmbito odontológico devolvendo a função, estética e conforto para o paciente. A escolha do tipo de conexão final da prótese é baseada na situação clínica de cada caso e por preferência do profissional. Existem dois tipos de restaurações protéticas comumente utilizadas na Implantodontia: as próteses cimentadas e parafusadas; ambas com suas vantagens e limitações. O objetivo desse estudo foi de analisar e identificar, através de uma revisão de literatura narrativa, a relação dos diferentes tipos de próteses (cimentada e parafusada) com a perda óssea marginal peri-implantar, assim como, correlacionar o tipo de prótese utilizada com a taxa de sobrevivência do implante. A decisão sobre qual sistema protético usar tem início durante a etapa de planejamento e pode implicar na estética, oclusão, retenção, efeito sobre os tecidos peri-implantares, além de outras complicações, influenciando na taxa de sobrevivência do implante. A perda óssea marginal peri-implantar é um dos problemas relacionados com a falha tardia dos implantes osseointegrados, sendo uma das causas de insucessos, podendo resultar na perda de osseointegração. Sendo assim, conclui-se que, a perda óssea marginal peri-implantar possui etiologia multifatorial; as próteses parafusadas apresentaram mais complicações biomecânicas, como o afrouxamento de parafuso e fratura da cerâmica e as próteses cimentadas apresentaram mais complicações biológicas envolvendo os tecidos peri-implantares.