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Saúde urinária e intestinal de profissionais de enfermagem em tempos de pandemia da COVID-19: uma reflexão teórica
Author(s) -
Catarina de Melo Guedes,
Norma Valéria Dantas de Oliveira Souza,
Déborah Machado dos Santos,
Patrícia Alves dos Santos da Silva,
Manuela de Mendonça Figueirêdo Coelho
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i15.22833
Subject(s) - humanities , covid-19 , medicine , philosophy , disease , infectious disease (medical specialty)
Objetivo: analisar os impactos da pandemia da COVID-19 na saúde urinária e intestinal dos profissionais de enfermagem. Método: estudo teórico-reflexivo que se apresenta com três eixos temáticos: i) orientações de enfermagem voltadas para prevenção de agravos urinários ii) orientações de enfermagem voltadas para prevenção de agravos intestinais; iii) trabalho de enfermagem em tempos de pandemia; Resultados:  A análise da literatura demonstrou condições laborais indignas, caracterizadas pelo subdimensionamento de pessoal e escassez de materiais. Sobretudo, com a pandemia da COVID-19 constatou-se um desabastecimento dos Equipamentos de Proteção Individual. Assevera-se também que a paramentação e o trabalho intenso dificultam aos profissionais adotarem práticas que assegurem a saúde urinária e intestinal. É importante adotar práticas que possibilitem a saúde urinária: posição sentada para urinar, tempo apropriado para o completo esvaziamento vesical, facilidade de acesso sanitário durante o trabalho, adequada ingestão de líquidos, redução de substâncias irritantes vesicais como cafeína e cítricos. Assim como, elencam-se orientações para garantir a saúde intestinal:  dieta com fibras; ingestão de líquidos; atividade física regular; uso de um suporte para melhorar a postura corporal no momento da evacuação, estabelecer uma rotina evacuatória. Conclusão: É relevante criar meios para socializar o conhecimento sobre promoção da saúde urinária e intestinal entre os profissionais de enfermagem, bem como estimular os gestores a viabilizar meios que garantam essa condição, melhorando o redimensionamento das equipes e objetivando a diminuição de complicações como constipação intestinal e incontinência urinária, dentre outros.

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