
Utilização da planta Stryphnodendron adstringens (mart.) Coville na cicatrização de feridas: um estudo etnobotânico
Author(s) -
Dailon de Araújo Alves,
Rosa Maria Grangeiro Martins,
Cícera Rejane Tavares de Oliveira,
Janayle Kéllen Duarte de Sales,
Francisca Clarisse de Sousa,
Gledson Micael da Silva Leite,
Jackeline Kérollen Duarte de Sales,
Ariadna Moisés do Nascimento Arrais Ribeiro,
Leiliane de Queiroz Oliveira,
Regina Petrola Bastos Rocha,
Antônio Ygor Modesto de Oliveira,
Raquel Duarte Pereira,
Maria de Lourdes da Silva,
Maria Niná Morais Tavares,
Luís Rafael Leite Sampaio
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i15.22688
Subject(s) - humanities , medicine , traditional medicine , philosophy
Objetivo: Conhecer a utilização etnobotânica e tradicional do barbatimão no estabelecimento do processo cicatricial de feridas. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, descritiva e com abordagem qualitativa. A mesma foi realizada em agosto de 2019, com os seguintes descritores DeCS e MeSH, wound healing, woundsand injuries, Stryphnodendron adstringens; intercalados pelo operador booleano AND. A busca ocorreu via Portal de Periódicos da Capes, nas seguintes bases de dados: MEDLINE, LILACS, BDENF, CINAHL, COCHRANE LIBRAY, IBECS, SCIENCE DIRECT. Após realização da busca nas bases de dados, obteve-se 15 artigos, que segundo a aplicação de critérios de inclusão e exclusão, restaram apenas, três estudos que atendiam ao objeto de pesquisa em estudo. Resultados: Os resultados apontaram que os estudos tem em comum a realização de levantamentos etnobotânicos, destacando o uso tradicional por meio do conhecimento popular, de diversas espécies vegetais, e dentre elas, o barbatimão apresentou um grande destaque entre os estudos selecionados, principalmente no que diz respeito ao uso como elemento cicatrizador de feridas cutâneas. Considerações finais: A utilização dessa planta ainda é pouco difundida no meio científico no processo de cicatrização de ferimentos e lesões, mesmo com o conhecimento popular acerca de sua aplicabilidade, os estudos pouco tratam a preparação, concentração, tempo de uso, interações com outras medicações e efeitos adversos acerca do barbatimão, dificultando sua avaliação quanto sua eficácia terapêutica.