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O uso da laserterapia de baixa intensidade na prática do enfermeiro: uma revisão integrativa
Author(s) -
Larissa Pereira Stelet Ferreira,
Eugenio Fuentes Pérez Júnior,
Ariane da Silva Pires,
Francisco Gleidson de Azevedo Gonçalves,
Alessandra Sant’Anunes,
Vânia Lima Coutinho,
Advi Catarina Barbachan Moraes,
Helena Ferraz Gomes,
Ellen Márcia Peres,
Lívia Fajin de Mello dos Santos,
Priscila Cristina da Silva Thiengo de Andrade,
Carolina Cabral Pereira da Costa,
Carolina Gomes da Silva de Souza
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i14.22325
Subject(s) - medicine , scielo , humanities , medline , philosophy , law , political science
Objetivo: Analisar as produções científicas acerca da utilização do laser de baixa intensidade na prática do enfermeiro. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada na Biblioteca Virtual em Saúde que inclui, dentre outras, as seguintes bases de dados: LILACS, MEDLINE, BDENF, IBECS, CUMED e nas bases de dados SciELO, PUBMED e Science Direct Online, entre os anos de 2016 e 2021. Resultados: Foram analisados dezesseis estudos. Em relação ao ano das publicações, evidenciou-se que dois são do ano 2016 (12,5%); três de 2018 (18,75%); quatro de 2019 (25%); quatro de 2020 (25%); três de 2021 (18,75%). Quanto a metodologia usada nas pesquisas, observou-se que dez são revisão integrativa/sistemática/bibliográfica (62,5%); dois são qualitativos (12,5%) e de estudos randomizados (12,5%); um estudo descritivo (6,25%); um estudo metodológico (6,25%). Identificou-se que se destaca como o uso mais frequente na prática do enfermeiro o uso do laser como terapia complementar no processo de cicatrização e reparo tecidual de lesões cutaneomucosas (81,2%), outras utilizações do laser pelo enfermeiro observadas foram: finalidade analgésica (25%); terapia complementar na drenagem de edemas e laser-acupuntura (18,75%); tratamento de infecções fúngicas (12,5%). Conclusão: Nos últimos cinco anos foi possível identificar a escassez da produção científica na área. A produção encontrada nas bases de dados nacionais e internacionais são incipientes e apresentam métodos baseados em revisões e poucos estudos clínicos de alto rigor metodológico.

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