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Alimentação e saúde mental durante a pandemia de Covid-19
Author(s) -
Patricia Cristina da Silva Menegotte,
Catiúscia Göttems Frömming,
Marcia Orth Ripke,
Carla Rosane Paz Arruda Téo,
Vanessa da Silva Córralo,
Junir Antônio Lutinski
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i14.21695
Subject(s) - covid-19 , humanities , medicine , art , disease , infectious disease (medical specialty)
A pandemia causada pelo Covid-19 ocasionou o isolamento e o distanciamento social, perda de empregos, mudanças na renda familiar, alterações nos hábitos alimentares, bem como, dificuldades de acesso aos alimentos e as imprevisibilidades que afetam a saúde física e emocional de indivíduos e coletividade. Neste contexto, o objetivou-se avaliar os aspectos relacionados à alimentação e à saúde mental da população catarinense durante a pandemia de Covid-19.  A coleta de dados foi realizada com a aplicação de um questionário de maneira remota no período de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021. O questionário foi composto por questões que abordaram o perfil sociodemográfico, Escala Brasileira de Insegurança Alimentar, Teste – Como está sua alimentação? do Ministério da Saúde, Formulário de marcadores do consumo alimentar do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional e sintomas de depressão e ansiedade baseado no inventário de A Mente Vencendo o Humor. A pesquisa foi aprovada sob parecer nº 4.357.984. Ao todo, 36,5% dos entrevistados estavam em algum nível de insegurança alimentar e nutricional. A maioria (93,9%) apresentou hábitos alimentares satisfatórios durante a pandemia. Relativo à ansiedade, observou-se que 56,2% dos participantes sentiam-se preocupados na maior parte do tempo e cansados facilmente. Quanto à depressão 50,7% dos pesquisados sentiam-se cansados, com perda de energia e apresentavam alteração no padrão de sono. Conclui-se que a alimentação dos participantes encontra-se adequada, embora tenha sido verificado que 1/3 das famílias estavam em insegurança alimentar. Verificaram-se sintomas associados à ansiedade e à depressão em um percentual importante da amostra.

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