
Análise dos perfis epidemiológicos da leishmaniose visceral e da coinfecção leishmaniose visceral-HIV no Piauí, 2007 a 2019
Author(s) -
Hyan Ribeiro da Silva,
Ana Klara Rodrigues Alves,
Breno Carvalho de Almeida,
Raquel de Brito Pereira,
Mariana Rios de Castro,
Victória Andressa Paiva Pereira Santos,
Maria Jacilene Alves Fontenele,
Larissa dos Santos Silva,
Annderson Carneiro de Oliveira,
Fábio Dias Nogueira,
Francisco Robson de Oliveira Alves,
Iris Lopes Veras,
Eugênia Mirza de Queiroz Ferreira Barboza da Silveira,
Gustavo Wilson de Sousa Mello,
Daniel Rodrigues de Farias
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i12.20247
Subject(s) - visceral leishmaniasis , medicine , human immunodeficiency virus (hiv) , gynecology , humanities , leishmaniasis , pathology , virology , philosophy
O presente estudo tem como objetivo analisar os perfis epidemiológicos da Leishmaniose Visceral (LV) e da coinfecção Leishmaniose Visceral-HIV (LV-HIV) no estado Piauí, no período de 2007 a 2019. O método de pesquisa utilizado foi o estudo epidemiológico descritivo, do tipo quantitativo, referente ao perfil epidemiológico dos casos de leishmaniose visceral e da coinfecção LV-HIV no Piauí do período de 2007 a 2019, notificados e confirmados no SINAN (Sistema de Informações de Agravos de Notificação). Dos 2.797 casos de leishmaniose visceral notificados foram descartados os casos “brancos/ignorados” (n=486) assinalados no subcampo 34 da ficha de notificação SINAN LV, totalizando uma amostra de 2.311 casos, dos quais 2.015 (87,2%) apresentavam apenas LV e 296 (12,8%) coinfecção LV-HIV. No Piauí, a LV é considerada um grave problema de saúde pública e foi constatado que os pacientes com leishmaniose visceral com e sem coinfecção HIV eram, em sua maioria, homens e procedentes da zona urbana, com idade de 1 a 4 anos para a LV e 20 a 39 anos para LV-HIV, com o principal método de confirmação laboratorial em ambos os grupos, tendo um bom percentual de cura (80%), uma alta letalidade (10,13%) e recidiva (10%).