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Aspectos epidemiológicos e sociais da Leishmaniose Visceral Canina no Município de Fortaleza, Estado do Ceará, Brasil
Author(s) -
Thaís Maria Araújo Batista,
Glenda Roberta Freire Lima,
Mariana Correia Lima Sales,
Ana Íris Pinheiro de Freitas,
Milena Erika Pinheiro Saldanha,
Marília Jucá Oliveira,
José Ryan Ribeiro Tavares,
Aderson Martins Viaeto,
Maria Rosario T. Garcia,
Victor Hugo Vieira Rodrigues
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i11.19664
Subject(s) - humanities , geography , art
A Leishmaniose Visceral Canina (LVC) é uma doença endêmica de caráter mundial e de grande importância para a Saúde Pública, transmitida através das picadas da fêmea do flebotomíneo Lutzomyia longipalpis, conhecido como mosquito-palha. Possui elevada taxa de óbitos em humanos e animais, sendo de alta ocorrência no Estado do Ceará. Objetivou-se neste trabalho realizar um estudo epidemiológico e sua correlação social acerca da incidência da LVC no município de Fortaleza, com coleta de dados em vários bairros da região, que são realocadas em regionais de I a XII, através do projeto da Prefeitura de Fortaleza chamado de VetMóvel, além de realizar uma correlação entre o número de habitantes e animais abandonados. Foi realizado o teste de triagem para leishmaniose (TR-DPP) em 12.132 animais, referente ao período de Junho de 2018 a Março de 2021, obtendo um resultado positivo de 1,3%. A casuística foi mais observada nos meses com aumento de densidade pluviométrica e nas regionais V e VI, corroborando com estudos anteriores. A quantidade de animais abandonados atingiu uma taxa de 150 mil, obtendo o maior número de casos em regiões com média financeira de meio salário mínimo. É importante projetos governamentais para o controle de doenças em animais para que se tome medidas profiláticas necessárias não só para outros animais sadios como em humanos também. Ressalta-se, ainda, que os animais soro-reagentes não são os principais contribuintes para a disseminação da doença, incluindo condições socioeconômicas e ambientais como fatores predisponentes. 

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