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Políticas Públicas: a importância da aplicabilidade efetiva para detecção precoce da cardiopatia congênita
Author(s) -
Bruna Eduarda Lopes Felice,
Alexandre Lins Werneck,
Daise Laís Machado Ferreira
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i11.19371
Subject(s) - gynecology , medicine , humanities , philosophy
Introdução: a cardiopatia congênita (CC) é caracterizada por malformações no coração e/ou nos vasos que o constituem, derivados de erros no desenvolvimento e na evolução cardíaca durante a gestação e que permanecem após o nascimento. A Triagem Neonatal é essencial para a prevenção, promoção e recuperação da saúde de neonatos. Objetivo: avaliar se as políticas públicas realizadas de forma efetiva interferem na detecção precoce da cardiopatia congênita. Métodos: pesquisa aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da FAMERP. Estudo transversal, delineamento descritivo, abordagem quantitativa-analítica, realizado em um hospital de referência do estado de São Paulo. Foi aplicado um questionário com quatro partes: caracterização; dados em relação ao pré-natal; diagnóstico; conhecimento dos familiares. Critérios de inclusão: pais que se prontificaram a participar da pesquisa. Critérios de exclusão: pais não encontrados para responder ao questionário. Resultados: amostra predominantemente feminina, casadas, residentes na Região Sudeste, idade até 30 anos, um filho, Ensino Médio completo e renda familiar de um salário-mínimo. Percebeu-se que 43,14% das gestantes foram a seis ou mais consultas no pré-natal, como o preconizado. Em 60,78% dos neonatos com CC, o diagnóstico aconteceu somente após o nascimento. Houve relatos de mães sobre não haver equipe multiprofissional durante o pré-natal. Conclusão: com profissionais de saúde capacitados e atuação da equipe multidisciplinar, pode-se perceber sinais sugestivos de CC, promover assistência qualificada e detectar precocemente a CC. Considerando os recursos materiais e humanos, é possível iniciar o tratamento no serviço de origem ou encaminhar, inclusive sob recurso de tratamento fora do domicílio (TFD), preconizado pelo Ministério da Saúde.

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