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Frequência da síndrome metabólica em pacientes esquizofrênicos
Author(s) -
Juscelino de Souza Borges Neto,
Juliana Mara Flores Bicalho,
Thaís Marques da Silva,
Mariana Sousa Vieira,
Wendell Costa Bila,
Pedro Henrique Batista de Freitas,
Richardson Miranda Machado,
Paulo Afonso Granjeiro
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i11.18904
Subject(s) - medicine , gynecology
Introdução: Síndrome Metabólica (SM) é caracterizada por um conjunto de fatores que aumentam risco de doenças cardiovasculares relacionada à obesidade central e resistência à insulina. Os números de morbimortalidade e custos socioeconômicos aos serviços públicos de saúde são alarmantes e sua prevalência varia conforme critério de diagnóstico e público estudado. A população mundial possui prevalência de 25%, considerando os pacientes esquizofrênicos, a taxa de prevalência média de SM encontrada é 32,5%. A esquizofrenia é uma psicose crônica sem causa definida, uma doença multifatorial que aparece de forma lenta ou súbita e está relacionada a problemas de saúde, como dificuldade com autocuidado, processamento do pensamento, relações interpessoais, o que favorece isolamento social e dificulta o processo de reabilitação. Objetivos: Determinar a prevalência da síndrome metabólica (SM) em pacientes esquizofrênicos de acordo com os critérios internacionais de diagnóstico da NCEP/ATP/III e IDF. Métodos: Estudo epidemiológico de caráter transversal e analítico. Foram coletados dados socioeconômicos, antropométricos, clínicos e bioquímicos. Para análise dos dados foram utilizadas medidas de frequência absolutas, relativas e multivariadas, e considerado o nível de significância de 5%. Resultados: A frequência da SM foi de 38,9 e 43,1%, NCEP/ATP/III e IDF respectivamente. As mulheres apresentaram maior presença da SM e alteração da circunferência da cintura que os homens.  O grupo com SM demonstrou maior frequência quanto aos componentes individuais alterados em relação ao grupo sem SM. Conclusão: A frequência da SM e dos seus componentes individuais alterados foi alta, principalmente entre as mulheres.

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