
Profilaxia para úlcera de estresse na Unidade de Terapia Intensiva: uma revisão integrativa
Author(s) -
Rafael Ferreira da Silva,
Samuel Lopes dos Santos,
Thyago de Oliveira Afonso,
Felipe Pereira da Silva,
Simone de Sousa Cunha Ribeiro,
Suhelen Maria Brasil da Cunha Gama,
Sara da Silva Siqueira Fonseca,
Airton César Leite,
Maria da Conceição Viana Sousa,
Marcela Flávia Lopes Barbosa,
Francisco Gaunié de Sousa Pessôa,
Gabrielly Martins de Barros,
Francisco Rafael de Carvalho,
Aldemes Barroso da Silva,
Whellyda Katrynne Silva Oliveira,
Ronnyely Suerda Cunha Silva,
Amanda Costa Maciel
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i10.19001
Subject(s) - medicine , humanities , gynecology , philosophy
A úlcera de estresse (UE) é uma complicação comum nos pacientes internados em unidades de terapia intensiva (UTI), que são definidas como úlceras do trato gastrointestinal superior (TGIS), sendo que algumas formas podem evoluir com hemorragia. Dadas as consequências hemodinâmicas ocasionadas nos pacientes com UE no contexto de unidade de terapia intensiva, este artigo tem como objetivo investigar causas fisiopatológicas, profilaxias e terapias para evitar riscos de sangramento. Trata-se de um estudo de revisão bibliográfica e exploratório no método revisão integrativa de literatura, realizado nas bases de dados do PUBMED, EMBASE e LILACS, através dos descritores/ palavras-chave: "Úlcera de Estresse" AND "Unidade de Terapia Intensiva". Inicialmente a busca retornou 1.074 trabalhos, após aplicados os critérios de inclusão e exclusão foram selecionados sete para este estudo. Observou-se que pacientes em ventilação mecânica por mais de 48 horas, coagulopatia, choque, insuficiência renal com hemodiálise, passado de úlcera péptica, hemorragia digestiva alta previa, politraumatizado, séptico e insuficiência hepática, possuem risco aumentado em 3600% para desenvolvimento de UE. A profilaxia deverá ser realizada de forma individualizada e seguindo recomendações específicas para a população local, para evitar erros, uso indevido de antibióticos e retirada prévia inadequada. Ressalta-se que há poucos estudos randomizados que avaliam a eficácia terapêutica da profilaxia da UE no Brasil, necessitando de novos estudos para avaliação direcionada à população brasileira.