
Indicadores de qualidade, reintrodução de alimentação por via oral e a atuação fonoaudiológica na UTI
Author(s) -
Marta Maria da Silva Lira Batista,
Francisco Eduardo Viana Brito,
Galba Maria Martins Holanda Torres de Sá,
Marcia Solange dos Santos de Araújo
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i10.18950
Subject(s) - medicine , gynecology
Objetivo: Quantificar os indicadores de resultados da Equipe de Fonoaudiologia da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Métodos: Trata-se de uma pesquisa observacional, transversal, quantitativo, descritivo, retrospectivo. Foram utilizados os registros dos livros-ata da equipe de fonoaudiologia inserida na UTI de um hospital universitário. Do total de pacientes atendidos pela equipe, foram anotados os registros idade, sexo, principal motivo de internação na UTI, presença de intubação orotraqueal, presença de traqueostomia, presença de via alternativa de alimentação, tipo de terapia fonoaudiológica realizada e tipo de dieta liberada/ ofertada. O escopo considerado na pesquisa foi o biênio 2014-2016. A escala utilizada para determinar o grau de disfagia foi desenhada pela American Speech-Language-Hearing Association (ASHA NOMS). O tempo para reintrodução da alimentação por via oral foi determinado a partir da subtração entre o início da terapia Fonoaudiológica e o início da alimentação por via oral para o mesmo período. Metodologia: pacientes com no mínimo 3 atendimentos sequencializados de Fonoaudiologia; via oral recomendada para avaliação e/ou apto para iniciar o processo de decanulação; de exclusão: dados incompletos nos livros ata; óbitos durante a internação na UTI. Resultados: Cerca de 88,3%, 88,9% dos pacientes tiveram a via oral reintroduzida; via alternativa de alimentação retirada, respectivamente, nos primeiros cinco dias de internação. Conclusão: O acompanhamento intensivo da Fonoaudiologia permite a interdisciplinaridade e cuidado integral do paciente, culminando em tempo menor: de internação e percentual de colocação de vias alternativas para alimentação.