z-logo
open-access-imgOpen Access
Ergonomia na central de material e esterilização
Author(s) -
Isabella Barbosa da Silva,
Jéssica Sanxes de Paiva,
Maria Virgínia Godoy da Silva,
Leandro Andrade da Silva,
Carolina Pimentel Machado,
Gláucya Lima Daú,
Karen Corrêa do Canto,
Gyovana Regis de Oliveira,
Luiza Campos de Oliveira Batista,
Mielli Reis Araújo de Sousa
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i10.18911
Subject(s) - humanities , psychology , philosophy
A Central de Material e Esterilização (CME), destaca-se como setor complexo do hospital para os profissionais exercerem suas funções, apresentando riscos químicos, físicos, mecânicos, biológicos e ergonômicos. Os riscos ergonômicos estão associados à organização do trabalho, mobiliário, equipamentos, levantamento e  transporte manual de peso, jornada dupla de trabalho, relações conflituosas, monotonia ou ritmos intensos no serviço. Objetivo: analisar as produções científicas sobre riscos ergonômicos na CME. Metodologia: revisão integrativa da literatura de acordo com a estratégia (PICo)  e procedimentos metodológicos definidos pelo Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA). Busca bibliográfica realizada no período de abril a maio de 2021, sem definição de tempo, nos idiomas português, inglês e espanhol. Foram selecionados 9 estudos para análise Bases de dados: Sistema Online de Busca e Análise de Literatura Médica (MEDLINE)/PubMed, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs) e Base de Dados em Enfermagem (BDEnf) da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Resultados: A CME oferece muitos riscos para seus trabalhadores: ambientes de trabalho inadequados, falta de insumos e equipamentos; esforço físico, postura inadequada, levantamento e transporte manual de peso, trabalho diuturno, repetitividade. Outros riscos pontuados: jornada de trabalho dupla, turnos de trabalho exaustivos, movimentos repetitivos, esforço físico, postura errada, mobiliário inadequado. Conclusão: A prática ergonômica, na CME minimizaria riscos mediante mobiliário adequado, pausa para descanso, melhor distribuição do pessoal, gestores com conhecimento de ergonomia e educação continuada preparando os funcionários, orientando-os para o tema da ergonomia, direitos e responsabilidades.

The content you want is available to Zendy users.

Already have an account? Click here to sign in.
Having issues? You can contact us here