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Percepção do risco de contaminação por parasitas intestinais de moradores do município de Mirassol D’Oeste – MT, Brasil
Author(s) -
Jéssica Xavier Oliveira,
Ariane Cristina Barboza Zanetti,
Joselaine Souto Hall Silva,
Marta dos Santos Miranda de Araújo,
Rafael Teshima de Alencar,
Omar Ariel Espinosa,
Larissa Nayara Lima Silva,
Lucas França de Barros,
Natasha Rayane de Oliveira Lima,
Antônio Francisco Malheiros,
Bianca Teshima de Alencar
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i1.12127
Subject(s) - humanities , physics , medicine , philosophy
O objetivo da presente pesquisa foi avaliar o grau de conhecimento dos pais de crianças moradoras do município de Mirassol D’Oeste acerca das parasitoses intestinais e as possíveis vias de contaminação. Foi realizado um estudo transversal com estatística descritiva e análise de dados qualitativos que através de questionário baseou-se na compreensão, experiência ou conhecimento, de pais ou responsáveis por 60 crianças de até treze anos, acerca das parasitoses intestinais. A maioria dos pais e responsáveis das crianças, 45%, possuem ensino superior; 76,67% usam água de poço para consumo; 81,67% tem coleta pública de lixo; 80% dos entrevistados responderam saber o que é parasita intestinal; 78,33% sabem reconhecer quando a criança está parasitada; 88,67% já tomou remédio antiparasitário e 85% referiram que as crianças lavam as mãos antes das refeições. Este estudo mostra que a população estudada possui conhecimentos básicos sobre as parasitoses intestinais, que pode ser o reflexo do nível de escolaridade e acesso a informações sobre a temática. A maioria dos entrevistados sabem identificar os sintomas, realizam exames de fezes nas crianças e utilizam medicamentos antiparasitários. Nossos resultados demonstram que o acesso a informações e o conhecimento acerca das parasitoses intestinais é a maior medida preventiva contra as infecções. Assim fica evidente a necessidade de ampliar ainda mais o acesso a informação, seja através de redes sociais, podscast, vídeos educativos, palestras, panfletagem, visitas domiciliares, para abranger toda a comunidade elevando os níveis de higiene e autocuidado e diminuindo as taxas de infecções.

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