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Impactos globais da infecção por COVID-19 em pacientes com a doença de Parkinson: uma revisão integrativa
Author(s) -
Karina Maia Paiva,
Rodrigo Freire Oliveira,
Gabriel S. Rocha,
Paulo Leonardo Araújo de Góis Morais,
Dayane Pessoa de Araújo,
Lucídio Clebeson de Oliveira,
Fausto Pierdoná Gúzen,
José Rodolfo Lopes de Paiva Cavalcanti
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i1.12043
Subject(s) - medicine , covid-19 , humanities , gynecology , philosophy , disease , infectious disease (medical specialty)
O surto pandêmico de infecção pelo Coronavírus 2019-nCoV (COVID-19) é alvo pesquisas para compreender suas repercussões em pacientes com doenças neurológicas, como a doença de Parkinson. Este artigo visa discutir as evidências na literatura científica sobre os riscos e complicações da pandemia por COVID-19 sobre portadores de Parkinson. Foram realizadas buscas de artigos em inglês, português ou espanhol por meio das bases de dados PubMed, PubMed, Lilacs, ScienceDirect e SciElo, usando os descritores de forma associada: Coronavirus Infections” OR “COVID-19” AND “Parkinson Disease” sobre os anos de 2019 e 2020. Foram encontrados 268 resultados que, após aplicados critérios de inclusão e exclusão, foram reduzidos a 23 artigos. A análise dos itens indica que a pandemia contribui para estresse psicológico e está relacionado com a piora de sintomas não-motores e motores. Os sintomas são agravados por dificuldades de acesso ao atendimento de saúde, acesso às medicações e da manutenção de tratamentos especializados. Em pacientes com infecção por COVID-19 esta pode levar a desregulação imune, morte neuronal e alterações no metabolismo dopaminérgico além de que a ativação inflamatória poderia agravar a sinucleinopatia. A doença de Parkinson por si não representa um aumento de risco de infecção, no entanto a idade média dos pacientes e comorbidades desse grupo são fatores que aumentam as chances de hospitalização e morte após contrair COVID-19. Nessa perspectiva, estratégias protetoras como exercício físico, fisioterapia, dinâmicas psicossociais e ferramentas de telemedicina são essenciais e tem de ser adaptadas para promover o cuidado de saúde em tempos isolamento.Incluir o resumo.

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