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Ocorrência de Automedicação na população Brasileira como estratégia preventiva ao SARS-CoV-2
Author(s) -
Maria Nathalya Costa Souza,
Isadora Ellen Feitoza Ricardino,
Kennedy Sampaio,
Marcolino Ribeiro Silva,
Ana Patrícia Gomes de Lima,
Danilo Leite Fernandes,
Adalberto Cruz Sampaio,
Andréa Couto Feitosa,
Alessandra Bezerra de Brito,
Tarciana Oliveira Guedes,
Magaly Lima Mota
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i1.11933
Subject(s) - humanities , philosophy
Objetivou-se identificar a existência da automedicação por populares com a finalidade de prevenção ao SARS-CoV-2 e analisar os potenciais agravamentos deste uso ao organismo humano. Trata-se de uma pesquisa descritiva e analítica, de natureza quantitativa, onde a coleta de dados desse estudo foi realizada através de um formulário semiestruturado, disponibilizado de forma eletrônica, utilizando a ferramenta Google Forms. Os critérios de inclusão compreendem: usuário de rede social e que responderam o formulário no período estabelecido pelos pesquisadores. Há a prevalência de participantes do sexo feminino e portadores de ensino fundamental e superior completo, no qual não houve predomínio da prática de automedicação. Os maiores índices de automedicação aos fármacos Ivermectina e Azitromicina, a maioria dos indivíduos adquiriram esses medicamentos através da farmácia comercial. Portanto é importante ressaltar que não se deve ingerir fármacos sem a orientação médica, o que demostra a importância de que os profissionais de saúde bem como os veículos midiáticos, conscientizem a população sobre os cuidados que devem ser tomados e os riscos que eles podem sofrer ao se automedicar.

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