
Esquemas terapêuticos para combate da Covid-19: revisão sistemática
Author(s) -
Danielli Marinho Zuil,
Volmar Morais Fontoura,
Floriacy Stabnow Santos,
Marcelino Santos Neto,
Lívia Maia Pascoal,
Márcia Caroline Nascimento Sá Ewerton Martins,
Maikon Graepp Fontoura,
Alzira Regina Dantas Dias,
Cynthia Cardozo Dias Lima,
Iolanda Graepp Fontoura
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i1.11533
Subject(s) - humanities , favipiravir , covid-19 , medicine , philosophy , disease , infectious disease (medical specialty)
O objetivo deste estudo foi investigar os principais esquemas terapêuticos utilizados até o momento no combate da Covid-19 no cenário mundial. É uma revisão sistemática de literatura realizada nas bases ScienceDirect, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs) e Scientific Electronic Library Online (SciELO), utilizando o termo “treatment Covid-19”, realizada no mês de abril de 2020. Foram selecionados 16 artigos, segundo os critérios de inclusão: artigos de pesquisa, publicados entre fevereiro de 2019 a abril de 2020, sem distinção de idiomas. O trabalho foi organizado de acordo com as recomendações PRISMA, registrado no PROSPERO (CRD42020186262). Os artigos encontrados, variaram de estudos in vitro, in silico, ensaios clínicos abertos, coorte, retrospectivos e analíticos, realizados na China, na França, na Índia, na Arábia Saudita e na Coreia do Sul, com maior número de publicações chinesas (70,5%). As amostras variaram de uma a 199 pessoas, todas infectadas com o SARS-CoV-2, com maior percentual do sexo feminino (51,7%), idades entre 18 a 88 anos. Medicamentos como lopinavir, ritonavir, favipiravir, arbidol, costicoteroides, hidroxicloroquina, receitas da medicina tradicional chinesa, glicirrizina, azitromicina e tocilizumabe foram analisados nos estudos de forma monoterápica ou associados entre si, assim como transplante de células tronco mesenquimais, troca plasmática intensiva e imunoglobulina intravenosa. Houve divergências e complementação de resultados entre os autores. Apesar de apresentarem descobertas e auxiliarem no combate à pandemia, os estudos apresentam drogas promissoras para o tratamento da sintomatologia e carga viral, com o objetivo de identificar a terapia ideal para a doença, não obtendo consenso.