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Impacto da atividade física sobre os níveis de ansiedade durante a pandemia de Covid-19
Author(s) -
Jaime Della Corte,
Leonardo Carmo Santos,
Renata Ferreira Chrispino,
Juliana Brandão Pinto de Castro,
Elisângela de Andrade Cabral,
Bianca Miarka,
Sílvio de Cássio Costa Telles
Publication year - 2022
Publication title -
revista brasileira de fisiologia do exercício/revista brasileira de fisiologia do exercício
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2675-1372
pISSN - 1677-8510
DOI - 10.33233/rbfex.v21i1.5011
Subject(s) - humanities , covid-19 , psychology , medicine , philosophy , disease , pathology , infectious disease (medical specialty)
Introdução: A pandemia causada pelo novo Coronavírus (COVID-19) se tornou um dos grandes tormentos do século XXI. O distanciamento social foi adotado como medida para evitar o avanço da pandemia. Apesar de necessário, esse confinamento pode desencadear transtornos emocionais. A atividade física tem efeitos positivos sobre o bem-estar físico e a saúde mental, incluindo a possibilidade de redução de sofrimentos psicológicos. Objetivo: Descrever o impacto da prática de atividades físicas sobre os níveis de ansiedade durante o isolamento social devido à COVID-19, entre jovens e adultos. Métodos: Foi realizada uma revisão integrativa de acordo com as recomendações dos principais itens para relatar Revisões Sistemáticas e Meta-análises (PRISMA). As buscas foram realizadas entre maio e julho de 2021 nas bases de dados eletrônicas APA PsycINFO, Medline (via PubMed) e Lilacs (via BVS). Resultados: Dos 95 artigos científicos encontrados, 12 foram considerados elegíveis. Os estudos analisados mostraram que, durante o confinamento, as mulheres se tornaram menos ativas fisicamente, enquanto os homens realizaram mais atividades físicas e apresentaram níveis menores de ansiedade. Adicionalmente, quanto mais altos os escores da prática de atividades físicas, menores foram os sintomas de ansiedade. Conclusão: Os indivíduos que se mantiveram fisicamente ativos ou aumentaram a quantidade de atividades físicas diárias com intensidades moderadas e/ou vigorosas apresentaram menores níveis de transtornos psicológicos durante o distanciamento social imposto pela COVID-19.

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