
Relação entre as variáveis antropométricas e o envelhecimento nas medidas de capacidade cardiorrespiratória
Author(s) -
Júlio Stancati Filho,
Mônica da Costa Serra,
Cristiane Utimura Fuku,
Sérgio Ayama,
Alexandre Sabbag Silva,
Cristina Prota,
Angélica Castilho Alonso
Publication year - 2022
Publication title -
revista brasileira de fisiologia do exercício/revista brasileira de fisiologia do exercício
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2675-1372
pISSN - 1677-8510
DOI - 10.33233/rbfe.v17i2.2466
Subject(s) - physics , medicine
Com o aumento do índice de obesidade mundial, surge o interesse se os fatores antropométricos e a idade exercem influência na aptidão física dos indivíduos sedentários. O objetivo do estudo foi correlacionar a massa corpórea, estatura, índice de massa corpórea (IMC) e a idade com as medidas de capacidade cardiorrespiratória VO2máx, VO2la, pulso máx e FC repouso. Participaram do estudo 90 indivíduos que realizaram os testes cardiorrespiratórios em esteira ergométrica com subsequente execução de eletrocardiograma de repouso. Foi determinado o consumo de oxigênio (VO2), por medida direta, através de uma válvula respiratória de oxigênio e gás carbônico interligados a um sistema metabólico. Para análise estatística foi realizado a correlação de Spearman. A idade, a massa corpórea e o IMC, correlacionaram-se de forma negativa com o VO2máx; a massa corpórea e o IMC também se correlacionaram negativamente com o VO2la; o pulso máx correlacionou-se de forma positiva com a massa corpórea, a estatura e o IMC; e a FC rep correlacionou negativamente com a idade. Quanto maior a massa corpórea e o IMC menor a capacidade cardiorrespiratória (VO2máx, VO2la, pulso máx). Com o aumento da idade há uma queda no VO2máx e na FC de repouso. E quanto maior a estatura maior o pulso máx.Palavras-chave: antropometria, exercício, obesidade, consumo de oxigênio, avaliação de desempenho profissional.