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Síndrome do subdesempenho físico no futebolista?
Author(s) -
Roberto Carlos Burini
Publication year - 2012
Publication title -
revista brasileira de fisiologia do exercício
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2675-1372
pISSN - 1677-8510
DOI - 10.33233/rbfe.v11i4.3412
Subject(s) - physics , humanities , philosophy
O futebol é um esporte de exercícios intermitentes com extensas demandas energéticas, cujas repercussões metabólicas contribuem com o estado de fadiga crescente durante alguns jogos. Os três momentos mais críticos para a fadiga são: a qualquer momento com a redução dos piques subsequentes, no início do segundo tempo e a queda da distância e dos piques nos 15 minutos finais e prorrogação do jogo. Treinamentos físicos específicos, ao esporte e as posições dos jogadores, e nutrição adequada do atleta são recomendados para manter o ritmo físico uniforme dos jogadores durante a partida. Entretanto, combinações persistentes da carga excessiva com período de repouso (recuperação) inadequado podem levar o atleta ao estado de não compensação (descondicionamento ou estagnação física). A supercompensação física que ocorre nas 72 horas pós-jogo poderão ocorrer à custa da deterioração do desempenho anaeróbio ocorrida no período. Entretanto, apesar de resultados de fadiga aguda e redução do rendimento atlético, dados científicos sobre supratreinamento em futebolistas são raros e mais ainda a presença da síndrome do subdesempenho ou do supratreinamento. Nenhum dos 12 estudos levantados preencheu os critérios científicos que justificariam a existência desta síndrome em futebolistas.Palavras-chave: futebol, fadiga, supratreinamento.

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