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Ventilação não-invasiva na unidade de terapia intensiva: o manuseio da técnica pelo fisioterapeuta
Author(s) -
Verônica Franco Parreira
Publication year - 2018
Publication title -
fisioterapia brasil
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2526-9747
pISSN - 1518-9740
DOI - 10.33233/fb.v6i2.1978
Subject(s) - medicine , gynecology
Este artigo tem o objetivo de discutir o papel do fisioterapeuta no manuseio da ventilação não-invasiva dentro da unidade de terapia intensiva, que presta assistência a pacientes adultos. A utilização da ventilação não-invasiva como abordagem terapêutica a pacientes criticamente enfermos pressupõe a presença de uma equipe multiprofissional. Especificamente, o papel do fisioterapeuta é variável de uma instituição í  outra e apresenta basicamente três faces: observação/ avaliação do paciente (dados clí­nicos e laboratoriais), aplicação da técnica (escolha da modalidade ventilatória, ajustes do ventilador e interface) e acompanhamento da evolução do paciente (necessidade de realizar ajustes e a decisão de interromper ou finalizar a ventilação não-invasiva). A ventilação não-invasiva tem sido utilizada na unidade de terapia intensiva procurando favorecer pacientes crí­ticos, em virtude de suas vantagens em relação í  ventilação invasiva, realizada através de tubo endotraqueal ou traqueostomia. A literatura tem descrito as situações clí­nicas e a clientela que poderá se beneficiar com o uso da mesma. A seleção adequada desses pacientes é um dos principais fatores responsáveis pelo sucesso da técnica. Atualmente, fatores preditivos de sucesso, critérios de falência e contra-indicações í  ventilação nãoinvasiva já estão, relativamente, bem estabelecidos. Palavras-chave: ventilação não-invasiva, unidade de terapia intensiva, insuficiência respiratória aguda

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