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Pressão positiva expiratória das vias aéreas sobre a oxigenação e hemodinâmica em pacientes submetidos a revascularização do miocárdio
Author(s) -
André Luiz Lisboa Cordeiro,
Jammille Barreto Andrade,
Luiza Teixeira dos Santos,
Ana Tereza Alves Silva,
Arethuza Evangelista dos Santos Pedreira,
André Raimundo Guimarães
Publication year - 2022
Publication title -
fisioterapia brasil
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2526-9747
pISSN - 1518-9740
DOI - 10.33233/fb.v22i6.4940
Subject(s) - medicine
Introdução: A pressão positiva expiratória nas vias aéreas (EPAP) é a aplicação de uma resistência expiratória para manter a pressão positiva nas vias aéreas e também tem sido amplamente utilizada para prevenir possíveis complicações no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Objetivo: Descrever o comportamento da oxigenação e hemodinâmica durante o uso de EPAP em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio (RM). Métodos: Estudo transversal que avaliou saturação periférica de oxigênio (SpO2), frequência cardíaca (FC), frequência respiratória (FR), pressão arterial sistólica (PAS), diastólica (PAD) e média (PAM), pressão arterial de oxigênio (PaO2), pressão arterial de dióxido de carbono (PaCO2) e índice de oxigenação calculado dividindo a PaO2 pela fração inspirada de oxigênio (FiO2), os pacientes foram avaliados em repouso, no primeiro dia de pós-operatório. A EPAP foi realizada com o paciente na sedestração da poltrona e uma gasometria arterial foi coletada e analisada para verificar os valores de PaO2, PaCO2, SaO2 e PaO2/FiO2. Foi aplicada uma resistência expiratória de 12 cmH2O por dez minutos. Imediatamente após a aplicação do EPAP, os pacientes tiveram nova análise gasométrica e a hemodinâmica analisada. Resultados: 58 pacientes, 41 (71%) do sexo masculino e com idade média de 54 ± 8 anos foram avaliados. O uso de EPAP no pós-operatório levou à melhora de todas as variáveis gasométricas, exceto PaCO2. Houve uma melhora na SaO2 (%) pré-EPAP 94 ± 3 e pós-EPAP 98 ± 2, PaO2/FiO2 pré-EPAP 279 ± 10 e pós-EPAP 346 ± 8, PaO2 (mmHg) pré-EPAP 78 ± 8 e pós-EPAP 97 ± 7. Conclusão: Concluiu-se que a aplicação do EPAP teve um impacto positivo na oxigenação em pacientes submetidos à RM sem gerar efeitos adversos na hemodinâmica.

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