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Rastros e imagens sobreviventes na era de Aquarius: corrosão e gentrificação na metrópole de Kléber Mendonça Filho
Author(s) -
Renato Cordeiro Gomes,
Tatiana Siciliano
Publication year - 2018
Publication title -
e-compós
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 1808-2599
DOI - 10.30962/ec.1438
Subject(s) - humanities , art , philosophy
Os filmes de Kléber Mendonça Filho, especialmente Aquarius (2016), propiciam uma reflexão sobre as representações da metrópole e suas implicações politicas e éticas. Discute-se o direito à cidade (Lefebvre) a partir do imperativo do progresso - o binômio demolição/construção, o apagamento da memória, combinado aos processos de gentrificação. A resistência a tais processos marca a trama, centrando-se na protagonista a que podemos atrelar as categorias “rastro” (Benjamin) e “sobrevivência da Imagem” (Didi-Huberman). A cidade contemporânea é alegorizada nas imagens do câncer e dos cupins, que remetem à corrosão: a doença do corpo humano e urbano, cujo lócus é a metrópole.

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