z-logo
open-access-imgOpen Access
A França constitucionalismo, revolução e contrato social
Author(s) -
Emerson de Lima Pinto
Publication year - 2018
Publication title -
revista da esdm
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2595-7589
pISSN - 2447-3413
DOI - 10.29282/esdm.v3i5.53
Subject(s) - humanities , philosophy
No ambiente constitucional francês, o poder econômico mantinha-se nas mãos dos burgueses, mas o poder político, na verdade, quem o detinha, ainda era a aristocracia latifundiária. O poder político, por sua vez, era exercido de maneira intensa pelo clero, e o Rei utilizava de seu absolutismo monárquico. O pensamento constitucionalista revolucionário francês configura-se com a soberania da lei e não do povo, visto que, na medida em que a primeira se opõe e exclui a outra, demonstra toda a sua restrição ao percorrer o caminho da formação da República, do contratualismo, assim como a Declaração de Direito. Os direitos individuais herdeiros dos direitos naturais, ainda que o governo possa intervir quando for indispensável asseguram a condição de esfera de autonomia privada que é o ideal, dentro de uma concepção liberal, de uma liberdade absoluta: religiosa, filosófica, literária, política, e, ao mesmo tempo, torna-se indispensável a liberdade de imprensa, liberdade pessoal, contra toda forma de arbítrio e a vida. O método empregado é o hermenêutico ligado a tradição da hermenêutica filosófica e, também, como método de procedimento, utilizar-se-á o analítico, que busca construir e aprofundar de forma quantitativa e qualitativa a analise de tais dados, além do histórico-crítico, que busca prescrutar os acontecimentos e processos do passado, no objetivo de verificar sua influência na contemporaneidade.

The content you want is available to Zendy users.

Already have an account? Click here to sign in.
Having issues? You can contact us here