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Características Hidrológicas de um Segmento de Floresta Ombrófila Densa Submontana: Subsídio aos Processos Erosivos da Trilha Noroeste no Parque Estadual do Pico do Marumbi, Morretes-PR
Author(s) -
Ednilson Feola,
Everton Passos
Publication year - 2010
Publication title -
revista brasileira de geografia física
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 1984-2295
DOI - 10.26848/rbgf.v3i2.232652
Subject(s) - physics , humanities , art
A presente pesquisa tem como objetivos identificar e analisar a inter-relação entre alguns indicadores do meio físico – principalmente a caracterização hidrológica, e os processos erosivos mais atuantes em um segmento da Trilha Noroeste no Parque Estadual Pico do Marumbi, localizado no município de Morretes – PR. A pesquisa constitui-se em realizar o levantamento de campo de indicadores do meio físico que são compostos por alguns elementos da paisagem e alguns experimentos. Dentre os elementos da paisagem verificaram-se propriedade físicas do solo e índice de cobertura vegetal. No que diz respeito aos experimentos, foram quantificados o índice de pluviosidade, o escoamento superficial e sedimentação, a erosão por salpicamento, a taxa de infiltração, a estimativa de perda de solo e a compactação do solo. A utilização desses indicadores, não segue apenas um procedimento metodológico, mas sim adaptações de diferentes procedimentos, entre eles os utilizados por Bertoni; Lombardi (1993); Morgan (1996) e Magro (1999). Além disso, utilizou-se o método experimental Ross (2005). A utilização de diferentes procedimentos metodológicos demonstrou-se satisfatória, pois, por meio dos indicadores do meio físico propostos, verificou-se a real atuação dos processos erosivos junto à trilha, sendo que os indicadores foram preponderantes à análise. Conclui-se em média 25% da precipitação chega ao piso florestal, entretanto não ocorre escoamento superficial. Já na trilha há concentração de fluxo hídrico e, que atrelado a declividade são as principais causas da erosão, que podem ser amenizadas com algumas medidas de manejo, entre elas a dissipação do volume da enxurrada canalizada no interior da trilha, através da construção de pequenos canais e terraços ao longo de sua extensão, e a cobertura do solo exposto da trilha com serrapilheira, que favorecerá algumas propriedades físicas do solo, obtendo-se logo menor degradação.

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