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O Brasil e a segunda revolução acadêmica
Author(s) -
Daniella Rocha Almeida,
Angela Duran Aparecida Cruz
Publication year - 2010
Publication title -
interfaces da educação
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2177-7691
DOI - 10.26514/inter.v1i1.648
Subject(s) - humanities , political science , sociology , philosophy
A  primeira  revolução  na  academia  ocorre  no  final  do  século XVII  nos  Estados Unidos, agregando a pesquisa como missão da Universidade, além das atividades de ensino. Logo, apresenta-se  suas  consequências  e  desafios,  envolvendo  tensões  entre  as  atividades  de pesquisa  e  de  ensino.  Embora  esta  primeira  revolução  ainda  esteja  em  processo  de desenvolvimento, uma segunda revolução teve início na segunda metade do século XX. A partir de experiências em Universidades como MIT, Stanford e Harvard, surge o conceito de  Universidade  Empreendedora,  que  agrega  uma  nova  missão,  voltada  ao desenvolvimento  econômico  e  social.  Esta  nova  visão  aproxima  a  Universidade  das demandas  da  sociedade  onde  está  inserida  e  posiciona  a  academia  como  um  importante vetor do desenvolvimento econômico e social. Deste então, a academia tem convivido com as tensões  geradas  pelo  novo  ambiente,  envolvendo  a  sua  missão  de  ensino  (original), pesquisa (primeira revolução) e desenvolvimento econômico e social (segunda revolução). Como  a  universidade  brasileira  se  posiciona  diante  desse  cenário? Podemos  dizer  que  as pesquisas  acadêmicas  no  Brasil  têm  servido  à  população?  A  sociedade  espera  mais  da academia? Como o setor privado pode se relacionar com a universidade e vice-versa? Qual a importância dos professores para o desenvolvimento econômico e social no país por meio da  pesquisa?  Algumas  discussões  surgem  de  forma instigante  quando  se  relaciona  a educação  superior  com  o  desenvolvimento  econômico  e  social  do  país.  Na  ânsia  de descobrir como o Brasil está se movimentando nesse cenário e diante de questões como as que foram citadas anteriormente, o presente artigo se desenvolve.Palavras-chave: Universidades. Brasil. Revolução. Pesquisa. Desenvolvimento.

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