O infraínfimo em excesso, ou uma pluralização do espaço cotidiano. Três tentativas, três artistas japoneses: Yayoi Kusama, Chiharu Shiota e Masaharu Sato
Author(s) -
Kenji Kitayama
Publication year - 2017
Publication title -
revista vis revista do programa de pós-graduação em arte
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2447-2484
pISSN - 1518-5494
DOI - 10.26512/vis.v16i1.20481
Subject(s) - art , humanities
Yayoi Kusama, Chiharu Shiota e Masaharu Sato descobrem uma diferença imperceptível em objetos minúsculos no meio do espaço cotidiano, aumentando tal diferença por meio de inúmeros exemplos para perseguir possibilidades que deixam o espaço modificado. Kusama, Chiota e Sato tentam oferecer essa amplicação por meio de percepções mescladas e cruzadas, afin de abrir mundos novos em um espaço do dia-a-dia: Kusama repete gotas d’águas infinitamente; Shiota repete uma grande quantidade de objetos ligados por fios pretos ou vermelhos; Sato sobrepõe imagens às cenas de vida cotidiana. Nos perguntamos se as tentativas desses artistas pode ser considerada como um “inframínimo em excesso”, devedora à arte de Duchamp.
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