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Do presencial ao remoto emergencial
Author(s) -
Michelle Prazeres,
Carolina Gil,
Tatiana Luz-Carvalho
Publication year - 2021
Publication title -
linhas críticas
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 1806-3454
pISSN - 1516-4896
DOI - 10.26512/lc.v26.2020.36262
Subject(s) - sociology , context (archaeology) , humanities , philosophy , geography , archaeology
Este artigo tem como objetivo lançar um olhar para o trânsito da escola de educação infantil para o modo remoto emergencial em função da pandemia de Covid-19. Partindo da compreensão de que esta condição não pode ser considerada educação infantil em sua integralidade, analisaram-se os usos de recursos tecnológicos e as estratégias adotadas por escolas a partir de discussão teórica e entrevistas com gestoras. A solução circunstancial remota buscou garantir a manutenção de vínculos afetivos e da escola como projeto, além de conexões com a cultura e o conhecimento. A análise revelou possibilidades e limites da relação com as tecnologias e iluminou aspectos das relações entre escola e famílias.para o modo remoto emergencial, em função do contexto da pandemia de Covid-19. Busca-se levantarelementos para as pesquisas sobre as relações entre educação e tecnologias a partir de revisão bibliográfica,análise de contexto e entrevistas realizadas com gestoras de escolas públicas e privadas do Estado de SãoPaulo. Pretende-se caracterizar estes trânsitos a partir de uma reflexão sobre as ferramentas tecnológicasadotadas e seus usos. A hipótese é de que buscou-se garantir a manutenção da escola como projeto, com apromoção dos vínculos afetivos e a produção de conhecimento.

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