
Relação do traumatismo cranioencefálico grave com o tempo de permanência na ventilação mecânica invasiva
Author(s) -
Isabela Kerber Alves,
Aline Arcari Santos,
Tatielly Ricarte Sousa,
Neide Garcia Ribeiro Castilho,
Tieverton Guilherme de Oliveira Santos,
Nicole Gonçalves Lima,
Larissa Karen Pereira Santos,
Laurijane Santos Do Nascimento,
Yargo Alexandre de Farias Machado,
Egberto Luiz Felício
Publication year - 2021
Publication title -
revista eletrônica acervo saúde
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2178-2091
DOI - 10.25248/reas.e6691.2021
Subject(s) - medicine , humanities , philosophy
Objetivo: Descrever a relação do trauma cranioencefálico grave com o tempo de permanência na VMI. Métodos: Trata-se de uma pesquisa de campo com característica quantitativo-descritivo desenvolvida no período de maio a outubro de 2020, em pacientes atendidos no Hospital de Urgência e Emergência do estado de Rondônia, a partir de coleta documental em prontuários médicos de vítimas de TCE grave de ambos os gêneros e com faixa etária acima de 18 anos de idade. Resultados: Obteve-se um total de 41 prontuários médicos, com idade média dos pacientes de 37,29 ± 14,70, sendo a maioria homens (32), com prevalência de acidentes com motocicleta (24 casos, 58,54%). Quanto ao tempo de permanência na VMI constatou-se que o tempo médio foi de 9,70 ± 8,25 dias. Verificou-se que os pacientes que foram à óbito demonstraram um tempo menor de permanência na VMI comparado com os que sobreviveram (12,8 ± 10,0 dias). Conclusão: Referente ao tempo de permanência da VMI, houve variação de dias entre pacientes com maior e menor pontuação da escala de coma de Glasgow, onde os que tiveram menor pontuação são os que em maioria permaneceram por menos tempo na ventilação, sendo indivíduos com maior gravidade do estado clínico geral.