
Efeito do estrogênio no risco cardiovascular: uma revisão integrativa
Author(s) -
Ellen Larissa Santos da Rocha Maciel,
Ana Carolina Araújo Mota,
Arthur Dias Borges,
Giovana Escribano da Costa,
John Kennedy Torres de Alencar,
Júlia Marques Evangelista,
Luiz Valério Costa Vasconcelos,
Vitória de Campos Almeida,
Adrissa Alana Carneiro Alves,
Suzana Tomaz Vasconcelos
Publication year - 2021
Publication title -
revista eletrônica acervo médico
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2764-0485
DOI - 10.25248/reamed.e8527.2021
Subject(s) - medicine , gynecology
Objetivo: Analisar na literatura científica sobre a relação do estrogênio no risco cardiovascular. Métodos: Essa Revisão Integrativa utilizou plataformas, como PubMed, SciELO, Lilacs e Clinical Trials, para encontrar fontes relevantes para desenvolver este projeto. Descritores em Ciências da Saúde como “cardiovascular risk”, “cardiology”, “cardiology risk”, “estrogen”, “estrogen replacement”, “menopause”, “primary health care” e "hypertension" em associação com operadores booleanos foram usados para pesquisa nessas plataformas científicas, resultando em 2653 artigos. Dentro desses números, devido aos critérios de inclusão e exclusão, apenas 20 tornaram-se fontes oficiais. Resultados: Estudos mostram que o estrogênio tem papel importante na regulação do tônus vascular, evitando a remodelação vascular e, consequentemente, diminuindo o risco cardiovascular. Ainda, a deficiência de estrogênio contribui para o desenvolvimento de hipertensão durante a menopausa devido ao hormônio ovariano vasodilatador circulante reduzido, que causa colapso do sistema circulatório junto com a formação de placas ateroscleróticas. Por outro lado, a reposição hormonal durante a menopausa aumenta a chance de eventos trombóticos. Considerações finais: O estrogênio atua como fator protetor do risco cardiovascular, porém é muito importante considerar outros elementos de risco, como presença de comorbidades, tipos de reposição estrogênica e via de administração de medicamentos, para definir a conduta do paciente.