
Panorama da humanização obstétrica no Brasil: uma revisão narrativa
Author(s) -
Ronan Santos Rodrigues,
Isabelle Oliveira de Lima Rêgo,
Yasmin Lorene de Alvarenga Araujo,
José Artur Araújo Marques,
Denise Marques Costa Pereira Da Silva,
Gisela Costa Araújo,
Angélica Lima Soares,
Luciana Tolstenko Nogueira
Publication year - 2022
Publication title -
revista eletrônica acervo científico
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2595-7899
DOI - 10.25248/reac.e10168.2022
Subject(s) - political science , humanities , philosophy
Objetivo: Revisar e analisar a implementação (ou a falta dela) do parto humanizado no Brasil e avaliar quais as condutas necessárias para aprimorar sua atual conjuntura no país. Revisão bibliográfica: A vigência da humanização obstétrica requer um ambiente observante às boas práticas em saúde, que são norteadas por diretrizes governamentais e recomendações internacionais. Dessarte, em um contexto no qual há descumprimento dessas normas, muito por conta do desconhecimento das pacientes, a violência obstétrica ganha espaço e prevalece, infligindo dor e sofrimento à parturiente. Assim, o atual modelo hegemônico do parto, intervencionista e centralizador, é o maior entrave para a humanização plena e, diante disso, o poder público tem tomado providências para assegurar o que está referendado nas normativas, através de medidas que perpassam a educação dos profissionais da saúde e a consolidação da autonomia da gestante. Considerações finais: O estudo revelou que o fenômeno da violência obstétrica carece de aplicações práticas de políticas públicas eficazes para maior qualificação profissional e conhecimento das parturientes.