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ANALISE DA FLEXIBILIDADE DE CADEIA POSTERIOR COM TÉCNICAS DE VENTOSATERAPIA E ALONGAMENTO ESTÁTICO EM INDIVÍDUOS MASCULINOS HÍGIDOS – ESTUDO PILOTO
Author(s) -
BARBARA RODRIGUES DOS SANTOS PAES,
Luany H. M. Mariano,
Veronica da Silva V. Gomes,
Mairkon Almeida Soares
Publication year - 2018
Publication title -
perspectivas online. biológicas e saúde
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2236-8868
DOI - 10.25242/886882720181421
Subject(s) - humanities , physics , art
Fatores internos e externos influenciam a flexibilidade, dentre estes fatores destaca-se o gênero, pois as mulheres têm mais flexibilidade que os homens em detrimento da maior quantidade do hormônio estrógeno gerando menor desenvolvimento de massa muscular, diminuindo o atrito entre fibras musculares, sendo a responsável pela maior flexibilidade. A ventosaterapia é uma técnica milenar no qual seu tratamento é feito através de pressão negativa de ar sobre a pele com copos específicos. De uma forma geral, esta técnica produz efeitos nas várias estruturas do corpo humano como na pele, nos músculos, nas articulações e no sistema nervoso. A ventosaterapia tem suas aplicações subdivididas em cupping with retention, moving-cupping, shaking-cupping, quick-cupping. Foi utilizado o moving-cupping que é o deslizamento do copo sobre a pele criando um efeito de liberação muscular. Este estudo teve objetivo comparar a eficácia da Ventosaterapia e Alongamento Estático para ganho de flexibilidade em cadeia posterior em indivíduos hígidos, tendo como métodos avaliativos o teste de mão ao chão com Biofotometria e Banco de Wells. Foi realizado ensaio clínico cruzado randomizado dos indivíduos, composto por n=2 voluntários do sexo masculino com idade de 20-40 anos. Como métodos avaliativos foram usados a Biofotometria no software ImageJ e o Banco de Wells da marca Sanny no pré e pós-intervenção. Foram divididos 3 grupos por randomização, grupo ventosaterapia (VT), grupo ventosaterapia mais alongamento estático de um minuto (VT-AE) e grupo controle (CTRL). Voluntário 1 grupo VT: Biofotometria (Pré:116°/Pós:106°), Banco de Wells Pré: (262/Pós: 278); Grupo VT-AE: Biofotometria (Pré:95°/Pós:100°), Banco de Wells Pré: (244/Pós: 281); Grupo CTRL: Biofotometria (Pré:93°/Pós:95°), Banco de Wells Pré: (207/Pós:267). Voluntário 2 grupo VT: Biofotometria (Pré:83°/Pós:83°), Banco de Wells (Pré:250/Pós:298); Grupo VT-AE: Biofotometria (Pré:77°/Pós:86°), Banco de Wells (Pré:221/Pós:260); Grupo CTRL: Biofotometria (Pré:93°/Pós:86°), Banco de Wells (Pré:249/Pós:290). Através do estudo piloto o grupo VT não apresentou melhora na flexibilidade e os grupos VT-AE e CTRL tiveram aumento da flexibilidade no banco de wells. 

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