
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA EM SAÚDE: ANÁLISE E PERCEPÇÕES DE EGRESSOS
Author(s) -
Flávia Coelho Ribeiro Mendonça,
Marco Costa,
Maria Beatriz Siqueira Campos de Oliveira,
Mônica Mendes Caminha Murito
Publication year - 2014
Publication title -
revista práxis online/revista práxis
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2176-9230
pISSN - 1984-4239
DOI - 10.25119/praxis-6-12-637
Subject(s) - humanities , philosophy , political science
Os laboratórios que trabalham com desenvolvimento tecnológico convivem com o desafio de que as novas tecnologias apontam, cada vez mais, para a especialização. Desta forma, cada atividade desempenhada possui um conjunto de conhecimentos que se articulam, tornando o trabalho altamente complexo, de tal forma que aquele trabalhador configura-se em um especialista naquele setor. O objetivo deste artigo foi analisar as características curriculares e percepções dos egressos do curso de Especialização Técnica em Biotecnologia da Saúde que teve inicio no Instituto de Tecnologias em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)/Fiocruz, no ano de 2004, e que, posteriormente, passou a ser ministrado pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio. A relevância deste estudo está no fato de que os seus resultados poderão contribuir para a reformulação e aprimoramento do currículo do curso investigado, além de fundamentar estudos curriculares por outras escolas técnicas. Foi realizada uma pesquisa descritiva-documental, com abordagem qualitativa, e teve como sujeitos os coordenadores do curso e os alunos formados nas turmas de 2004 a 2008. Foram utilizados como instrumento de coleta, questionários e entrevistas. A análise das características curriculares e das percepções dos egressos do curso de Especialização Técnica em Biotecnologia da Saúde apontaram a importância de se manter este curso. No entanto, um dos desafios seria a necessidade de se adequar às limitações de formação básica dos profissionais técnicos que trabalham nessa área e que precisam ter o conhecimento teórico para embasar as práticas que já realizam rotineiramente.