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Parece ser como o próprio real a nossa pequena eternidade desbotada
Author(s) -
Viviana Bosi
Publication year - 2019
Publication title -
texto poético
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 1808-5385
DOI - 10.25094/rtp.2019n26a569
Subject(s) - art , humanities
O título, junção de uma frase da poeta argentina Tamara Kamenszain e de um verso do poeta brasileiro Luca Argel (residente em Portugal), intenta sintetizar alguns traços que pretendemos evidenciar na atual poesia brasileira. Escolhemos poetas que vêm se destacando recentemente (Simone Brantes, Daniel Francoy, Ana Estaregui, Luca Argel) para observar a convergência de certo “sentimento de mundo”. Em todos, ressaltamos três facetas interligadas: a falta de atrito entre literário e não literário; a aparente concentração da vida aos seus aspectos estritamente cotidianos e miúdos; a redução do tempo ao presente invariável. Esse último traço se articula com a noção de “presentismo” e com reflexões de Rosa Maria Martelo sobre o desejo de ralentamento do tempo na poesia hoje.

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