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Adivinhação, superstição e religião no último século da República (Cícero e Lucrécio)
Author(s) -
Maria da Glória Novak
Publication year - 1991
Publication title -
classica - revista brasileira de estudos clássicos
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2176-6436
pISSN - 0103-4316
DOI - 10.24277/classica.v4i4.582
Subject(s) - humanities , philosophy
Confundem-se religião e superstição no último século da República e a religião é poderosa arma nas mãos dos poderosos. O homem se sente fraco e imagina forças sobrenaturais que o protejam, tendência que o estoicismo reforça e o epicurismo combate. Assim, adivinhação e epicurismo são absolutamente incompatíveis. Lucrécio, materialista e coerente, clama contra todas as formas de superstição e contra o comportamento absoluto que dela deriva. Cícero (que tão veementemente critica a adivinhação) defende-a e defende também a religião oficial, porque sabe que só esta pode manter o homem livremente submisso ao Estado.

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