Mil e um mistérios, de António Feliciano de Castilho: uma paródia da literatura de horror
Author(s) -
Luciene Marie Pavanelo
Publication year - 2021
Publication title -
veredas
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2183-816X
pISSN - 0874-5102
DOI - 10.24261/2183-816x0334
Subject(s) - humanities , art
Apontado como o precursor da literatura gótica portuguesa, devido à sua balada “A Noite do Castelo” (1836), António Feliciano de Castilho (1800-1875) é também aquele que foi responsável pela “verdadeira sátira ao romance de horror” (Sousa, 1979, p. 59) em Portugal. Pelo fato de Castilho ter entrado na historiografia como poeta, a crítica literária praticamente ignora a publicação de Mil e um Mistérios: romance dos romances, cuja primeira parte foi lançada em 1845. A obra recebeu uma continuação na edição de 1907, publicada pelo seu filho, a partir de um fragmento encontrado entre os manuscritos de Castilho, mas, mesmo assim, permaneceu incompleta. Apesar de inacabado, o romance merece ser estudado por trazer uma faceta praticamente desconhecida de Castilho. Sendo assim, é nosso objetivo apresentar uma análise de Mil e um Mistérios, de forma a enriquecer a compreensão sobre o gênero no Oitocentos português.
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